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O uso obrigatório do BIM na construção civil brasileira

Fonte: Autodesk

A indústria da construção civil é um setor considerado conservador com relação aos avanços tecnológicos e quanto à mudanças e ainda em 2011 era considerado o único setor da economia nacional a não ter se industrializado, mesmo representando 16% do PIB brasileiro. Tanto é que em entrevista o gestor executivo de inovação da MRV Engenharia, Flávio Vidal, afirmou que a construção é o setor mais atrasado em tecnologia e também o mais conservador.


Contudo, a crise impulsionou os avanços tecnológicos na construção e esses avanços vão desde o planejamento até os acabamentos da obra, os desperdícios gerados na construção e por muitos e por muito tempo tomados como normais do setor não podem ser mais vistos com os mesmos olhos.


Entendendo a urgência de modernização no setor, instituiu-se no Brasil a Estratégia Nacional de Disseminação do Building Information Modelling (BIM), através do Decreto Nº 9.377, de 17 de maio de 2018. O BIM consiste em bases de dados integradas de todos os aspectos a considerar na edificação de um projeto, criando assim modelos virtuais precisos de uma edificação que auxiliam em cada fase do processo de construção diminuindo as chances de erro na execução do projeto.


Na modelagem BIM, é possível visualizar todos os projetos integrados e cada uma das fases de projeto


Fonte: Cimento Itambé

O objetivo da estratégia BIM, entre outras coisas, é difundir o BIM e seus benefícios, coordenar a estruturação do setor público para a adoção do BIM e propor atos normativos que estabeleçam parâmetros para as compras e as contratações públicas com uso do BIM e para isso institui o Comitê Gestor da Estratégia BIM BR, o CG-BIM, que fica responsável, entre outras coisas, por atuar para que os programas, os projetos e as iniciativas dos órgãos e das entidades públicas que contratam e executam obras públicas sejam coerentes com a Estratégia BIM BR e promover o compartilhamento de informações e analisar o impacto das iniciativas setoriais relacionadas a BIM, com vistas à harmonização e à promoção de eficiência e sinergia entre as ações dos órgãos e das entidades públicas.

Com a estratégia para disseminação do BIM o governo espera:


● Assegurar ganhos de produtividade ao setor de construção civil;

● Proporcionar ganhos de qualidade nas obras públicas;

● Aumentar a acurácia no planejamento de execução de obras proporcionando maior confiabilidade de cronogramas e orçamentação;

● Contribuir com ganhos em sustentabilidade por meio da redução de resíduos sólidos da construção civil;

● Reduzir prazos para conclusão de obras;

● Contribuir com a melhoria da transparência nos processos licitatórios;

● Reduzir necessidade de aditivos contratuais de alteração do projeto, de elevação de valor e de prorrogação de prazo de conclusão e de entrega da obra;

● Elevar o nível de qualificação profissional na atividade produtiva;

● Estimular a redução de custos existentes no ciclo de vida dos empreendimentos.


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Fontes:

https://www.dci.com.br/industria/crise-estimula-busca-por-inovac-es-da-industria-na-area-da-construc-o-civil-1.716460/3.298893


https://civilizacaoengenheira.wordpress.com/2011/05/31/construcao-civil-resiste-a-industrializacao/


https://paginas.fe.up.pt/~projfeup/bestof/12_13/files/REL_12MC08_01.PDF


https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2018/decreto-9377-17-maio-2018-786731-publicacaooriginal-155623-pe.html


https://www.tekla.com/br/sobre/o-que-%C3%A9-bim





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